Medina, o surfista "feroz", é a aposta de Tiago "Saca" Pires para ganhar o Mundial

Primeira etapa do circuito mundial de surf arranca sábado na Gold Coast australiana e termina no Havai em dezembro.

É com um novo nome, com um campeão inédito em título e sem Tiago Pires, que o circuito mundial de surf arranca este sábado na Gold Coast australiana, na praia de Snapper Rocks. Lá, como em todo o hemisfério sul, ainda é verão e as ondas, perfeitas nos últimos dias graças ao ciclone Marcia, proporcionaram aos que já lá se encontram a treinar momentos de felicidade. Um dos felizardos é Gabriel Medina, que em dezembro levou a taça para o Brasil pela primeira vez na história do país e está determinado em revalidar a posição. No entanto, e com tudo ainda por acontecer, uma coisa é certa: a pressão sobre o miúdo de 21 anos será mais que muita.

Dos atletas que fazem atualmente parte da elite, apenas dois, Kelly Slater e Mick Fanning, contam com mais de um título no currículo. Porém, enquanto o primeiro é mestre em ganhar e voltar a ganhar, o segundo já mostrou saber falhar a defesa do primeiro lugar melhor do que ninguém. Das três ocasiões em que venceu o troféu, acabou, no ano seguinte, por vacilar na revalidação do mesmo. A última foi no ano passado.

A tarefa que Medina tem pela frente está longe de ser fácil. Até agora, apenas dois surfistas na história recente deste desporto conseguiram fazê-lo. Um deles é obviamente Slater, que conta com 11 taças em casa; o outro foi Andy Irons (1978-2010), o único capaz de dominar o rei.

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