A história da Rainha de Katwe vai chegar a Hollywood

Phiona Mutesi, menina pobre de um bairro de lata nos arredores da capital do Uganda, tornou-se prodígio do xadrez internacional. A Disney vai levar este conto de fadas para o cinema.

Phiona Mutesi frequentava em criança a igreja de Katwe, no bairro de lata onde vivia, nos arredores da capital ugandesa Kampala, quando descobriu um novo mundo com rainhas, reis e cavalos em cima de um tabuleiro de xadrez.

O programa para a modalidade levado a cabo pela instituição católica atraiu a atenção da menina de 9 anos, embora ela confesse que a razão principal que a fazia deslocar à igreja fosse a possibilidade de poder ter "uma refeição quente".

Mutesi, agora maior de idade, estuda para ser pediatra, mas atualmente é reconhecida como uma das poucas mulheres que tentam obter o reconhecimento de grande mestre, o mais alto nível no xadrez.

Agora, dez anos depois desse primeiro contacto com o jogo que viria a mudar-lhe a vida, a ascensão de uma menina pobre do Uganda que se tornou uma conceituada praticante de xadrez atraiu recentemente a indústria cinematográfica norte-americana, depois de o autor Tim Crothers ter escrito um romance inspirado na sua história.

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