"Não me deixe morrer", dizia o guarda-redes Jackson Follmann

As palavras do jogador do Chapecoense para a equipa de resgate colombiana

"Não me deixe morrer. Não sinto as pernas, não me deixe morrer", foram estas as palavras de Jackson Follmann, guarda-redes do Chapecoense, ontem, para os elementos da equipa de resgate que o retiraram do meio dos destroços do avião que levava a equipa para Medellín, Colômbia, para disputar a final da Taça Sul Americana.

De acordo com notícia divulgada no site Época, da Globo, o jogador pediu a Gloria Ramirez, da equipa da Defesa Civil da Colômbia, quando foi encontrado entre cadeiras e pedaços de fuselagem do avião. Jackson Follmann vinha sentado na parte traseira do aparelho e foi encontrado devido aos gemidos.

O guarda-redes, um dos seis sobreviventes do acidente (um sétimo, o guarda-redes Danilo, foi resgatado com vida, mas veio a morrer), ficou com graves ferimentos na perna direita, que lhe foi amputada ao nível do joelho.

Segundo o Globo Esporte, o guarda-redes ficou com graves problemas vasculares e musculares na perna esquerda.

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