Estudo revela que 31% dos portugueses acredita no título

Mais de metade da população inquirida acredita que Portugal chegará às meias-finais

Um estudo da Universidade Europeia, a que a agência Lusa teve hoje acesso, estima que 31 por cento dos portugueses acredita que a seleção nacional de futebol conquistará o Mundial 2018, a decorrer na Rússia.

Mais de metade da população inquirida, de um total de 338 indivíduos, acredita que Portugal chegará às meias-finais e 47 por cento que Cristiano Ronaldo será o melhor marcador da competição.

O estudo revela ainda que 80 por cento dos portugueses vai acompanhar o Mundial 2018, que começou na quinta-feira e decorre até 15 de julho, e que 70 por cento atribui grande importância a este evento.

Como melhor marcador do Mundial 2018, os portugueses inquiridos elegem o jogador Cristiano Ronaldo, com 47 por cento

Se Portugal falhar a conquista do troféu, a maioria dos portugueses considera que as seleções da Alemanha e do Brasil terão mais hipótese de vencer, com 22 e 16 por cento, respetivamente.

Por outro lado, refere ainda o estudo desenvolvido pela Escola de Business & Law da Universidade Europeia, se Portugal for eliminado, os portugueses irão torcer pelas seleções do Brasil (33 por cento) e de Espanha (15 por cento).

Como melhor marcador do Mundial 2018, os portugueses inquiridos elegem o jogador Cristiano Ronaldo, com 47 por cento, seguido do brasileiro Neymar, com nove, e do alemão Müller, com sete.

"Apesar de os portugueses acreditarem que não é relevante ter vedetas na equipa, quase metade acredita que Cristiano Ronaldo será o melhor marcador", refere ainda o estudo.

O público feminino inquirido realça a importância de um bom ataque, enquanto o público masculino destaca uma boa defesa

O espírito de equipa, a estratégia bem definida e a determinação são, de acordo com o estudo A Perceção dos Portugueses sobre o Campeonato Mundial de Futebol 2018, "os atributos-chave numa seleção de futebol vencedora".

O público feminino inquirido ainda realça a importância de um bom ataque, enquanto o público masculino destaca uma boa defesa.

O estudo foi desenvolvido pela Escola de Business & Law da Universidade Europeia e foi realizado, através de questionário, a nível nacional, entre os dias 1 e 12 de junho, a 338 indivíduos com idades compreendidas entre os 14 e 75 anos, correspondendo 54 por cento da amostra a inquiridos do sexo feminino.

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