Guardiola revela sair do Manchester City em 2023 e sonha "treinar uma seleção"

"Gostava de treinar uma seleção no Europeu, Copa América ou Mundial de Futebol" diz o treinador de 50 anos, Pep Guardiola.

Pep Guardiola, treinador do Manchester City, admite a possibilidade de deixar os 'Citizens' quando o contrato terminar, em 2023, e pretende liderar uma seleção nacional.

"Após sete anos nesta equipa, tenho de descansar. Vou ter de fazer uma pausa,", disse o treinador de 50 anos num evento online organizado pela empresa brasileira de serviços financeiros XP Investimentos e citado pela ESPN. "Gostava de treinar uma seleção no Europeu, Copa América ou Mundial de Futebol", acrescentou.

O treinador do "City", que conta com os jogadores portugueses João Cancelo, Rúben Dias e Bernardo Silva no plantel, acumulou 31 títulos em 13 anos, e diz-se pronto para dar "o próximo passo" na sua carreira.

"Quero ter essa experiência", admitiu Guardiola, relativamente à Copa América.

Embora tenha descrito a seleção brasileira, a mais premiada na América do Sul, como "uma equipa fantástica", não se pronunciou como treinador dos pentacampeões mundiais: "Acho que o Brasil vai ter sempre treinadores brasileiros, porque são muito bons. É muito difícil para os treinadores estrangeiros treinarem as principais seleções do mundo", admitiu.

Guardiola conquistou o título da Premier League em três das suas cinco temporadas no comando do Manchester City e já levou a equipa à final da Liga dos Campeões, onde perdeu por 1-0 para o Chelsea.

O treinador venceu a Liga dos Campeões duas vezes com o Barcelona e ergueu o troféu da Liga Espanhola três vezes com os catalães, além de obter três títulos da Bundesliga com o Bayern de Munique.

Como jogador, conquistou a Recopa Sul-Americana e seis títulos do campeonato espanhol com o Barcelona. No entanto, ainda não treinou nenhuma seleção nacional, nem ganhou um troféu internacional.

O evento online desta quarta-feira contou com a presença da ex-candidata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, e a ativista paquistanesa, Malala Yousafzai, vencedora do Prêmio Nobel da Paz.

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