Trocas de favores Portugal/Qatar

A última polémica surgiu já recentemente quando a televisão britânica BBC noticiou uma alegada troca de votos e de influência entre a candidatura ibérica e o Qatar, que concorre apenas para o Mundial 2022.

Este hipotético compromisso contemplava que os qataris influenciassem os membros do Comité Executivo de origem asiática a votar em Portugal e Espanha para o torneio que decorrerá em 2018, enquanto os responsáveis pelo projecto ibérico tentariam convencer os sul-americanos a escolher o Qatar como organizador em 2022.

Esta teoria foi de pronto negada por Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol. "Desmentimos categoricamente que tenhamos feito qualquer acordo ou aliança com outra candidatura sobre a votação que decidirá a organização do Campeonato do Mundo 2018/2022", disse.

A verdade é que, mais uma vez, a FIFA entrou em campo para tentar apurar a verdade. Enviou um ofício para a sede da candidatura ibérica a pedir esclarecimentos sobre este caso. A resposta foi categórica, com o director-geral Miguel Ángel López a reafirmar, agora de forma oficial, qualquer irregularidade, tendo-se colocado à disposição dos elementos do Comité de Ética do organismo que superintende o futebol mundial para outros esclarecimentos que julgassem necessários.

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