Qatar quer encher as obras de arte que vai construir

"O ambiente está espectacular. Não se consegue andar nas ruas de Doha." Helena Costa, a portuguesa que orienta a selecção feminina do Qatar, traduziu assim o pulsar da capital, pouco depois de o país ter sido escolhido para organizar o Mundial de 2022. Uma coisa é certa, o país do golfo vai, finalmente, conseguir encher os seus magníficos estádios - o seu projecto de candidatura apresenta autênticas obras de arte -, o que não tem acontecido por falta de entusiasmo, já que, a par das corridas de camelos, os qataris são fanáticos por futebol.

Acontece é que num país com cerca de 900 mil habitantes - com um dos maiores produtos internos brutos per capita do mundo - raramente se consegue meia casa num recinto. Aliás, há rumores de que na final da taça Asiática das Nações de 2007, os qataris pagaram a uma claque vietnamita para apoiarem a sua equipa, pois os adeptos do Golfo não eram muitos. Pelo campeonato do Quatar têm passado astros em fim de carreira como Batistuta, Romário, Frank e Ronald de Boer, Guardiola, Caniggia, Marcel Desailly, Christophe Dugarry ou Hierro.

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