A tradição antes da revolução

A aposta na Rússia (2018) e no Qatar (2022) parece confirmar a decisão da FIFA em apontar baterias para os mercados emergentes. Embora apenas um encontro esteja programado para território asiático, na Rússia a escolha do país é inédita na história dos Mundiais. Já no que respeita ao Qatar, depois do Japão/Coreia do Sul, em 2002, será a segunda vez que a competição se desenrolará na Ásia.

Antes, em 2014, o calendário respeitará a tradição, com o Brasil a receber um Mundial pela segunda vez (organizou a quarta edição, em 1950), na sétima edição em que a prova se desenrolará na América do Sul, o segundo continente no ranking do número de provas organizadas.

A velha Europa ainda é o continente com mais edições (dez) e a Rússia receberá a 11.ª. Itália, França e Alemanha foram os países europeus que já receberam duas edições, embora no caso da Alemanha uma ainda enquanto RFA. Entre os sul-americanos, só o México organizou o Mundial duas vezes, recebendo a companhia do Brasil dentro de dois anos. América do Norte e África do Sul são casos únicos nos respectivos continentes.

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