Filipe Albuquerque venceu as 24 Horas de Daytona

Albuquerque já tinha vencido em Daytona também em 2013, mas na classe GTD. Este ano, parte com o objetivo de ser campeão norte-americano de resistência.

O piloto de Coimbra, que teve a seu cargo o derradeiro turno de condução, bateu o japonês Kamui Kobayashi (Cadillac) por 4,704 segundos, e o britânico Harry Tincknell (Mazda) por 6,562 segundos, beneficiando de um furo sofrido pelo Cadillac do holandês Renger van der Zende.

Albuquerque, que dividiu a condução com os norte-americanos Ricky Taylor e Alexander Rossi e o brasileiro Hélio Castroneves, largou da quinta posição, mas chegou à liderança sensivelmente a meio da prova.

A 50 minutos do final desta que é a mais mítica das provas de resistência nos Estados Unidos, um pequeno erro na curva quatro e uma paragem nas boxes fizeram Albuquerque baixar ao terceiro lugar, a quatro segundos da liderança.

A meia hora do final, os adversários também pararam nas boxes e o piloto de Coimbra recuperou o comando, sob a ameaça de Van der Zande, que chegou a estar a 0,4 segundos do Acura do português, que se ia defendendo dos ataques do adversário.

Até que a sete minutos do final, um furo na roda traseira direita fez o holandês cair para a quinta posição final, a 1.07,744 minutos do português e atrás do colombiano Juan Pablo Montoya (Acura), que foi quarto.

Esta foi a segunda vitória à geral do piloto português, que em 2018 tinha vencido juntamente com o portuense João Barbosa, que hoje foi o segundo classificado da classe LMP3, num Ligier.

O piloto portuense, que no ano passado interrompeu a carreira devido a problemas de saúde de um familiar, regressou este ano ao campeonato na nova classe, que se junta às DPi e LMP2, terminando na 19.ª posição da geral, a três voltas do vencedor, Spencer Pigot (Ligier).

Albuquerque já tinha vencido em Daytona também em 2013, mas na classe GTD. Este ano, parte com o objetivo de ser campeão norte-americano de resistência.

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