Bruno Alves tem a ambição de levar a Taça das Confederações

O sub-capitão de Portugal acredita na "capacidade, competência e ambição" da equipa das quinas. E elogia o seu ídolo: Cristiano Ronaldo

Bruno Alves assumiu esta quinta-feira que "a vitória no Europeu traz mais confiança" à seleção nacional que este domingo se estreia na Taça das Confederações, na cidade russa de Kazan, frente ao México.

Apesar de reconhecer alguma dose de favoritismo por se tratar do campeão europeu, o sub-capitão de Portugal avisa que os jogadores estão a olhar para esta prova "de forma realista, vendo jogo após jogo".

"Esta é uma competição que tem os campeões de todos os continentes e logo por aí se vê que são equipas fortes, tal como nós somos. A Alemanha e o Chile, entre outras, também têm a ambição de vencer, tal como nós", sublinhou, deixando no entanto a certeza de que a equipa das quinas tem de "mostrar capacidade, competência e ambição", até porque "o favoritismo tem de se mostrar dentro de campo".

Bruno Alves assumiu que a mentalidade da seleção é "vencer" a Taça das Confederações para a qual o primeiro obstáculo é o México, uma seleção que o defesa assume já estar a ser "objeto de estudo". "É uma equipa forte, que está quase qualificada para o Mundial. Tem jogadores importantes, mas vale pelo seu coletivo", resumiu, recordando que há três anos, num particular nos Estados Unidos antes do Mundial do Brasil, foi dele o golo da vitória de Portugal por 1-0: "Foi um jogo difícil no qual acabámos por marcar no final. Esperamos as mesmas dificuldades no domingo, pois trata-se de uma equipa de ataque, agressiva e que pressiona muito."

Na Taça das Confederações os olhos vão estar em Cristiano Ronaldo, que Bruno Alves considera "um ídolo" seu e de todos os jogadores. "Esperamos que ele possa trazer as vitórias e golos para Portugal, mas temos de demonstrar esse favoritismo em campo, porque nenhuma equipa ganha antes de jogar", avisou, deixando um desejo: "Esperamos estar ao nível desta competição."

A terminar, Bruno Alves recordou os tempos que jogou na Liga russa. "Voltar à Rússia é fantástico porque foi um país que me acolheu bem a mim e à minha família, tenho boas recordações e amizades. Só tenho a agradecer à Rússia, a São Petersburgo e ao Zenit. Guardo grandes recordações do tempo que aqui vivi."

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