As dez vezes (e meia*) em que a Luz deu a volta à eliminatória

A vitória sobre o Marselha é a mais recordada mas também já lá caiu um campeão alemão. *Celtic sobreviveu na moeda ao ar.

Amanhã, frente ao Bayern, o Benfica tem de dar a volta à derrota sofrida em Munique (1-0) para passar às meias-finais da Liga dos Campeões. Impossível? As outras rerivavoltas caseiras alcançadas pelas águias provam que não.

Nuremberga. 6-0. fevereiro 1962

O rival era o poderoso campeão alemão. O cenário eram os quartos-de-final Taça dos Campeões Europeus. E, pela primeira vez, o Benfica conseguiu dar a volta a uma eliminatória europeia, após uma derrota fora de casa da 1.ª mão. Fê-lo com o poder destruidor de um campeão europeu (como era): Ao minuto 4, José Águas e Eusébio já tinham empatado as contas (após uma derrota por 3-1 em Nuremberga, onde o "pantera negra" não jogara). Coluna pôs os encarnados em vantagem (21"), Eusébio desfez as dúvidas (55") e José Augusto (63" e 78") completou a maior goleada da história europeia do clube, até então. Dois meses e meio depois, o Benfica bateu o Real Madrid em Amesterdão (5-3) e sagrou-se bicampeão europeu.

Feyenoord. 5-1. março de 1972

Os encarnados tinham perdido na 1.ª mão, em Roterdão (1-0) e eliminatória esteve tremida até ao fim (ver entrevista a Toni). No entanto, Nené (6", 82" e 89") e Jordão (31" e 87") compuseram a goleada, que apurou os encarnados para as meias-finais da Taça dos Campeões Europeus - onde caíram perante o Ajax, futuro bicampeão europeu.

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