Benfica empata com Arsenal em casa emprestada

Equipa de Jorge Jesus esteve em vantagem no jogo, com um golo de grande penalidade marcado por Pizzi, mas deixou-se empatar. Próximo jogo é já dia 25.

Enquanto a Roma de Paulo Fonseca vencia o Sp. Braga (2-0) na Pedreira, o Benfica jogava no Olímpico de Roma, com o Arsenal. O jogo em casa emprestada entre portugueses e ingleses terminou empatado (1-1). O jogo da segunda mão dos 16 avos de final da Liga Europa é no dia 25 em local ainda a definir...

Num duelo equilibrado, ainda que com mais posse de bola e ocasiões claras dos gunners, as águias marcaram primeiro, aos 55 minutos, por Pizzi, que apontou o seu sétimo tento nesta edição da prova e quarto de penálti, dos cinco assinalados a favor da equipa de Jorge Jesus - na I Liga, nem um para amostra.

A vantagem foi, porém, episódica, já que, dois minutos volvidos, aos 57, Bukayo Saka, assistido pelo português Cédric, não podia falhar, ele que já tinha desperdiçado uma boa ocasião aos 52', não tão evidente, porém, como a de Aubameyang, aos 19'.

A última meia hora foi mais aberta, mas nenhuma equipa teve arte para chegar ao segundo golo, pelo que se repetiu o 1-1 de 1991-92: então, o Benfica viria a qualificar-se com um 3-1 após prolongamento em Londres. Agora, culpa da pandemia da covid-19, a segunda mão será em Atenas, dentro de uma semana.

Em relação ao jogo de domingo no reduto do Moreirense, Jesus mudou três peças - fazendo entrar o estreante absoluto Lucas Veríssimo, Pizzi e Waldschmidt para os lugares de Rafa, Everton e Seferovic - e o esquema tático, apostando em três centrais.

O Arsenal assumiu o comando das operações, assustou a primeira vez aos 18 minutos, quando Helton Leite fez um precioso corte de cabeça fora da área, e quase marcou aos 19, por Aubameyang, que desaproveitou escandalosamente um passe de Bellerín.

Estas duas jogadas foram, porém, exceções, já que, até ao intervalo, imperou o equilíbrio, merecendo apenas destaque uma interceção, em pressão alta, de Grimaldo, que entrou na área pela esquerda e viu o seu centro ser cortado por Ceballos.

A trivela ameaçadora de Rafa

Para a segunda parte, o Benfica veio com Rafa em vez de Waldschmidt e Pizzi fez o primeiro remate, sem perigo, para, aos 52 minutos, o Arsenal estar novamente perto do golo, valendo um remate completamente falhado de Bukayo Saka.

No minuto seguinte, os 'encarnados' ganharam um canto, marcado à maneira curta, com Diogo Gonçalves a centrar da direita e Smith Rowe a cortar com o braço. Na Liga Europa, há penáltis para o Benfica e Pizzi, com o salto à Bruno Fernandes, não perdoou.

A vantagem da formação lisboeta só durou, no entanto, dois minutos, já que, aos 57, Bukayo Saka não podia, desta vez, falhar, assistido por Cédric, que foi lançado na esquerda por grande passe de Odegaard, depois um ressalto no corpo de Otamendi.

O jogo abriu, em definitivo, com Rafa a tentar de trivela, aos 62 minutos, Aubameyang a voltar a falhar, aos 63, para, aos 64, Jesus trocar Pizzi e Darwin por Everton e Seferovic, e Arteta lançar Tierney, retirando Cédric.

As duas equipas mantinham-se sempre bem posicionadas defensivamente, mas não desistiam do segundo golo e Everton, com um grande remate, sobre a esquerda, esteve perto, aos 73 minutos, tal como Aubameyang, valendo Lucas Veríssimo, aos 75'.

Os gunners lançaram, então, Pépé e Martinelli, em vez de Aumbameyang e Smith Rowe, e os encarnados Gabriel, por Taarabt, e Chiquinho, por Lucas Veríssimo, em falência física, mas cada vez a vontade de arriscar era menor...

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