A Liga dos milhões e das estrelas vai começar

Mais de 300 milhões de euros em reforços, entre eles Alex Teixeira, Jackson e Lavezzi. Guangzhou de Scolari parte como favorito

A Super Liga chinesa 2016 arranca amanhã e nunca como agora faz tanto sentido a frase do presidente chinês, Xi Jinping, político louco por futebol que quer colocar o país asiático de cerca 1,4 mil milhões de habitantes no mapa do desporto rei. "O meu maior desejo para o futebol chinês é que os nossos clubes se possam transformar nos melhores do mundo", referiu Xi Jin-ping em dezembro, durante uma visita a um treino do Manchester City.

Os primeiros passos foram dados nos últimos meses. Os clubes da Super Liga, muitos deles financiados por multinacionais como a China Media Capital, Alibaba e Citic Capital, gastaram mais de 300 milhões de euros em reforços - foi o país que mais investiu durante o mercado invernal, à frente da Inglaterra (253 milhões) e Itália (87). Só para se ter a noção do forte investimento do futebol chinês, os clubes da II Divisão gastaram 56 milhões de euros.

O JS Suning, clube treinado pelo romeno Dan Petrescu, que chegou a sondar o técnico benfiquista Rui Vitória, foi dos que mais investiram. Contratou Alex Teixeira ao Shakhtar Donetsk por 50 milhões de euros e Ramires ao Chelsea (28).

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