"A dúvida no 6-3 era entre mim e o Rui Costa. Joguei e marquei dois golos"

Ex-avançado foi um dos obreiros do título na temporada 1993-1994, apontando dois golos em Alvalade. E acredita que hoje uma vitória do Benfica poderá ser também determinante para as contas do campeonato

Hoje disputa-se em Alvalade um Sporting-Benfica que pode ser determinante para o que resta do campeonato. Que memórias tem destes dérbis?

As melhores possíveis. É diferente jogar um clássico destes, tal como contra o FC Porto, e outra qualquer partida do campeonato português. É verdade que qualquer jogo vale os mesmos pontos, mas estes são especiais. São estes que enchem estádios e são estes em que os jogadores saem mais valorizados. Penso que qualquer jogador dirá o mesmo, até a motivação é completamente diferente.

O 6-3 da temporada 1993-1994, que o Benfica venceu em Alvalade, será provavelmente aquele que melhores recordações guarda dos seus tempos na Luz...

Ui, sem dúvida. Ninguém acreditava que iríamos ganhar esse jogo, só nós. Nem mesmo o Toni [treinador do Benfica na altura] e o Jesualdo Ferreira [treinador adjunto]. Lembro-me de que a dúvida para o jogo era entre mim e o Rui Costa. Eu acabei por ser o escolhido, se calhar por ser um jogo mais duro, porque era fisicamente mais forte, estava a chover bastante, o terreno mais pesado, e marquei dois golos. Foi o jogo do título.

Acredita que o título de campeão deste ano passa por este dérbi?

Ainda faltam muitos jogos para o final do campeonato, mas é claro que pode ser importante para ambas as equipas. O Benfica ainda não venceu o Sporting nesta temporada e se o conseguir fazer duvido que volte a deixar a liderança. Um jogo destes e uma vitória em casa do grande rival dá muita confiança.

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