Exclusivo Silêncio! O guarda-costas e o assassino à solta em Trieste

O DN foi o único meio português na rodagem de O Guarda-Costas e a Mulher do Assassino, com Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds. Comédia em forma de filme de ação que fez parar Trieste. Apanhámos sequências explosivas de um filme em estreia na próxima quinta-feira.

Chegou-se a um ponto em que o atual cinema de ação de Hollywood é obrigado a travestir-se de comédia. No caso desta nova série de filmes Hitman & Bodygard a ideia é mesmo chegar à farsa. Explosões, mais explosões sem ponta de lógica e gagues físicos operáticos. Pancadaria e tiroteios sem serem levados a sério. Tal como o primeiro O Guarda-Costas e o Assassino, surpreendente êxito à escala global em 2017, esta sequela O Guarda-Costa e a Mulher do Assassino, não muda a receita: irrisão em forma de sátira sobre duplas de heróis de ação, neste caso um guarda-costas com problemas de insegurança pessoal e um assassino contratado rabugento, Michael Bryce (Ryan Reynolds) e Darius Koncaid (Samuel L. Jackson). Uma dupla que começou forçada e aqui, algo acidentalmente, é reatada, mesmo num momento em que Michael está sem licença para... proteger.

A culpa é da mulher do assassino, Sonia (Salma Hayek), que pede a ajuda a Michael para recuperar Darius, a contas com problemas de retaliação da máfia mexicana. O resultado é um pouco mais do mesmo, mas com um humor de birras mais afinado e uma escala de ação ainda maior - o orçamento aumentou e houve dinheiro ainda para os salários de Antonio Banderas (talvez no mais adorável vilão da carreira) e Morgan Freeman. Joaquim de Almeida e Gary Oldman, despachados de forma brutal no primeiro filme, já cá não moram...

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