Exclusivo Ryan Reynolds: "Free Guy é o meu melhor filme" 

Numa conferência virtual, Jodie Comer e Ryan Reynolds apresentam a comédia de fantasia Free Guy- Herói Improvável, de Shawn Levy, história de uma revolução de figurantes num videojogo. Invade as salas esta quinta-feira.

Numa altura em que os estúdios Fox deixaram de ter Fox no logo e foram "apreendidos" pela Disney para ficarem 20th Century Studios, um filme como Free Guy- Herói Improvável pode ser uma resenha desta mudança. Uma extravagância que mistura conceitos de Pixels com The Truman Show e conceptualiza uma ideia de entretenimento cinematográfico a partir das regras (muito mais do que imaginário...) dos videojogos. Shawn Levy e a estrela que também é o produtor, Ryan Reynolds, estão a brincar com a muito lavrada maneira de Hollywood fazer produtos adolescentes a partir dos chamados "jogos de consola". Em outra instância, este é também um objeto que consegue oportunamente satirizar a teia dos dispositivos do cinema dos "super-heróis". E não é por acaso que os seus efeitos de gozo aproveitam a permissão da Disney de incorporar sabres da saga Star Wars ou personagens do filão Marvel (Chris Evans e o escudo do Capitão América têm direito a cameo). Free Guy é uma espécie de prova de uma maneira de filmar sequências de ação digitais e fantasiosas.

A história mostra-nos como uma personagem secundária de um videojogo chamado Free City ganha vida. O "tipo da camisa azul" decide colocar óculos escuros e torna-se assim super-herói. Vê que no loop do seu dia-a-dia pode haver espaço para conhecer a rapariga dos seus sonhos, pedir algo mais do que o café rotineiro e combater os vilões. Lá fora, no mundo real, os criadores do jogo tentam encontrar provas de que o conceito do jogo lhes foi roubado por um empresário desonesto que tenta agora destruir Free City e lançar videojogos-sequelas.

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