Rihanna posa para revista chinesa e levanta questões de apropriação cultural

Para além da cantora também outras celebridades, como Kim Kardashian, já foram acusadas pelo mesmo motivo.

Rihanna foi escolhida para fazer a capa da última edição da Harper's Bazaar China, mas o traje que usou foi bastante criticado por internautas que a acusaram de apropriação cultural. Na última terça-feira a publicação divulgou no Instagram a foto da capa na qual está a usar um traje tradicional chinês.

Passado pouco tempo das postagem, começaram a surgir críticas, elogios e houve quem questionasse a escolha da roupa, dando origem a um debate entre os seguidores.

Comentários como: "Adoro a Rihanna mas não podemos aceitar tudo o que ela faz só porque é ela" podem ler-se nas redes sociais. Os utilizadores do Twitter e do Instagram, bloqueados na China, não se pouparam a críticas. "Se queriam criar um visual asiático, porque não convidaram artistas asiáticos?", comentou um seguidor no post do Harper's Bazaar. "Isto é totalmente contra a cultura asiática", diz outro comentário.

Alguns afirmaram que o facto de ser uma revista da China, deveria refletir temas e e estilos chineses. Outros apontam que não é a moda que está em questão, mas sim a escolha da Rihanna como modelo.

Para além de comentários críticos, também foram muitos o que aplaudiram a cantora.

Não é a primeira vez que celebridades são acusadas de apopriação cultural. Ainda mês passado, Kim Kardashian foi também acusada pelo mesmo motivo quando lançou a sua linha de cintas modeladoras, chamadas "Kimono" - nome dado a uma peça de vestuário japonesa.

Para além da cantora e da socialite também outros nomes têm sido acusados de apropriação cultural, como Karlie Kloss, por se vestir como uma gueixa japonesa nas páginas da Vogue ou Gigi Hadid, por ter um estilo afro também na revista Vogue.

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