Exclusivo Orquestra Geração. Como a música agarra os alunos mais desfavorecidos

Neste 25 de abril as Orquestras Geração voltam a libertar-se para os concertos. Amadora e Castanheira de Pêra têm, afinal, algo em comum.

Quando no natal passado os alunos da Orquestra Geração subiram ao palco do Teatro D. Pedro V, na Amadora, não podiam adivinhar que em breve voltariam para trás do pano, sem data para regressar aos espetáculos. Foi a última vez que se juntaram para tocar. Agora, a 25 de abril, juntam-se de novo, mas ainda em modo virtual. Em comum, o mesmo município da Amadora. Mas esse é apenas um dos seis onde projeto chega,, através de 20 escolas e alcançando cerca de 2000 alunos, atualmente. Mas nos últimos anos já passaram por ali cerca de 6.000 alunos.

"O que nos interessa a nós é trabalhar na formação das crianças e jovens, no sentido de ajudar para a formação da sua personalidade, permitindo-lhes que quando chegarem à altura de escolher a sua profissão ou a continuação dos seus estudos, eles estejam mais habilitados para o fazer", explica ao DN o diretor das Orquestras Geração, António Wagner Diniz. E como é que, afinal, são selecionados os alunos? As Câmaras Municipais parceiras indicam as escolas, preferencialmente TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária), onde o tecido social é mais frágil.

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