Exclusivo O estrondo do fenómeno Bond está a salvar os shoppings

Em Portugal e em todo o mundo o novo 007 - Sem Tempo para Morrer é um fenómeno de bilhetes vendidos. Poder-se-à mesmo dizer que por cá é o filme da libertação dos cinemas de centro comercial... Já serão mais de 300 mil entradas.

Já há quem argumente que os resultados de bilheteira do novo Bond estão a salvar os multiplexes. O filme de Cary Fukunaga está a provar, antes de mais nada, que há uma recetividade do grande público para voltar em massa às salas, sobretudo numa altura em que as mesmas já podem ter a sua lotação completa. Mesmo de máscara, prova-se agora que o apelo de ver um filme-acontecimento faz com que as pessoas encham de novo as salas.

Em Portugal, perto da segunda semana já quase mais de trezentos mil bilhetes foram vendidos e esta segunda-feira os dados enviados pelo ICA referiam que esta última aventura com Daniel Craig era número 1 incontestável no top com cerca de 58 mil bilhetes, afastando sem problemas qualquer ameaça de Fátima, de Marco Pontecorvo, aliás uma das desilusões em termos de performance: apenas 7700 pagantes no fim-de-semana de arranque, números aquém do que se esperava de um filme internacional que chega a Portugal com um aparato de marketing considerável, um elenco com Harvey Keitel, Sônia Braga, Joaquim de Almeida, Lúcia Moniz e Joana Ribeiro em papéis de destaque e uma versão dobrada em português. É o caso para dizer que nem Nossa Senhora salvou um filme que foi entretanto trucidado pela crítica.

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