Exclusivo MIL, um festival para (re)descobrir

O festival dedicado à nova música urbana está de regresso num novo local, o Hub Criativo do Beato, que durante três dias e já a partir de amanhã, 15, vai receber cerca de de centena de concertos distribuídos por cinco palcos.

Emoção e alegria são palavras recorrentes no discurso de Pedro Azevedo, o programador do MIL, que poucos dias antes do festival voltar a abrir as portas, depois de um ano de interrupção devido à pandemia, falou com o DN sobre este regresso. Ainda não se tratará de um regresso à normalidade, é certo, mas "já paira no ar um ambiente pós-covid", como assinala Pedro Azevedo, que torna esta quinta edição do MIL "um momento muito esperançoso".

Para cumprir as normas sanitárias, o evento mudou-se este ano para o Hub Criativo do Beato, onde segundo Pedro Azevedo manterá todas as características dos anos anteriores. "Vamos continuar a ter capacidade para mil pessoas e igualmente dezenas de artistas, que vão atuar num espaço incrível e muito amplo, para permitir ao público saltitar de palco em palco, como já acontecia no cais do Sodré", esclarece. Para amanhã, dia de abertura do MIL, destacam-se por exemplo as presenças de Cabrita, Gala Drop, Fado Bicha, Lavoisier ou Stereoboy, enquanto nos dois dias seguintes sobressaem os nomes como os de Ray, Club Makumba, Pedro da Linha, EU.CLIDES ou MURAIS, o projeto a solo de Hélio Morais. Além desta ampla amostra das novas tendências da música nacional, o cartaz inclui também diversas propostas internacionais, num claro regresso ao antigo normal, com a presença, entre outros, da luso-anglo-angolana Carla Prata, da brasileira YNDI, da inglesa Naima Bock, da espanhola Queralt Lahoz, do suíço Dino Brandão ou dos franco-americanos Faux Real.

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