Exclusivo "Existe ainda hoje no Brasil uma história de demonização de Portugal"

O autor de três livros sobre a história do Brasil acabou de lançar o segundo volume de uma investigação sobre a escravidão enquanto aos leitores portugueses chega o primeiro. Nega que tenha havido um "genocídio negro" no Brasil, mas já aceita que existiu e existe um genocídio cultural e um apagamento da herança africana no país. Garante que "não se vai ver o país sonhado se não se enfrentar a herança da escravidão".

Já não se pode identificar Laurentino Gomes apenas como ex-jornalista, afinal a sua produção ensaística tem sido no âmbito da História, fazendo com que milhões de brasileiros (re)conheçam os factos do seu passado. Autor de 1808, 1822 e 1889, três datas fundamentais na formação do país que se seguiu à independência em 1822, após a chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro em 1808 e ao fim da monarquia em 1889. Lançou já dois volumes de investigação sobre a escravatura, tema em que tem vindo a trabalhar nos últimos anos, após o sucesso dos anteriores livros de História.

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