Exclusivo "Com Eça, nunca tive, não tenho e nunca terei desilusões. É o homem da minha vida"

Numa sucessão de perguntas e respostas - quase telegráficas -, Maria Filomena Mónica desvenda mais alguns segredos sobre o escritor Eça de Queiroz. Escolhe Ramalho Ortigão para fazer o contraponto, num relato que se lê de uma vez só. Outras novidades: John le Carré e Juan Gabriel Vásquez.

O interesse de Maria Filomena Mónica em Eça de Queiroz mantém-se e revela agora o escritor em mais uma faceta que ajuda a compreender a sua personalidade. A "vítima" escolhida para retirar mais uma camada da cebola que ainda envolve o autor de Os Maias é o seu amigo Ramalho Ortigão, figura que não sai bem deste retrato biográfico em que ambos são vistos no reflexo de um único espelho. Se o que os separa pode ser lido ao longo das quase trezentas páginas de Uma Estranha Amizade: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão, o que os une vai surgindo em episódios egoístas de cada um deles; o primeiro a precisar de mover influências e de ajuda financeira através do amigo que fica em Portugal, o segundo a necessitar do empurrão para se tornar importante na cena nacional.

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