Exclusivo Afinal, há público a encher cinemas e as Doce são o fenómeno

Bem Bom, de Patrícia Sequeira, já passou os 50 mil espetadores. Números sem medo da pandemia e que celebram o poder de um bom filme popular. Mas Velocidade Furiosa 9, D"Artacão e os Três Moscãoteiros e Viúva Negra são os outros fenómenos de um verão que dá esperança às salas.

Explicações para o fenómeno de Bem Bom, de Patrícia Sequeira, parece haver muitas, mas não deixa de ser um triunfo a toda a escala, sobretudo no atual quadro dos resultados de bilheteira em época de restrições. Até ontem, 58 mil espetadores já tinham ido ver esta biografia das Doce, segundo dados oficiais do Instituto ICA.

O filme é a história da criação das Doce, a primeira girls band portuguesa. Uma criação da Polygram e do músico Tozé Brito. Quatro cantoras que desafiaram cânones, mentalidades retrógadas e uma sociedade machista, tornando-se num caso de sucesso nos tops e por todo o país em atuações ao vivo. A história segue também os dramas pessoais de cada uma das artistas, não evitando a polémica criada em torno das suas roupas e do efeito traumático que o boato do envolvimento entre Laura Diogo e o craque benfiquista Reinaldo provocou. Com interpretações muito conseguidas de Ana Marta Ferreira, Carolina Carvalho, Lia Carvalho e Bárbara Branco, como as Doce, bem como um leque de secundários de luxo onde se destacam Eduardo Breda, José Mata, Sara Carinhas e Cristóvão Campos.

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