Prémio FLAD nas ciências da vida para cientistas do Porto e de Coimbra

Primeira edição do FLAD Life Science 2020, no valor global de 800 mil euros, premeia trabalhos sobre a doença neurodegenerativa de Huntington e a divisão celular.

Perceber os misteriosos caminhos que os cromossomas tomam durante o processo de divisão celular - dos quais depende a vida, mas também o aparecimento de doenças como o cancro - e desvendar o papel de uma pequena proteína alterada na doença de Huntington, uma patologia neurodegenerativa de origem genética que causa problemas motores e demência, e ainda sem cura, são as propostas das duas equipas de investigação do Porto e de Coimbra que ganharam a primeira edição do prémio FLAD Life Science 2020.

Com valor global de 800 mil, divido em partes iguais pelos dois projetos vencedores, o prémio é entregue hoje às 17.00 na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), em Lisboa, numa cerimónia que conta com a presença do primeiro-ministro, Passos Coelho (ver texto secundário).

A verba do prémio, concordam os coordenadores de ambos os projetos, Hélder Maiato, do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC) da Universidade do Porto, e Ana Cristina Rego, do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, "vem em boa hora", como ambos sublinharam ao DN.

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