SLN fazia parte do esquema

Segundo despacho de pronúncia, para o desenvolvimento da sua estratégia, Oliveira e Costa começou por "se rodear de pessoas da sua confiança e da confiança dos accionistas de referência do BPN".

O esquema passou também pela constituição de uma sociedade holding (Sociedade Lusa de Negócios-SGPS) destinada a servir de sociedade mãe quer para o Banco, quer para o sector não financeiro.

O esquema passou também pela montagem de uma "estrutura em cascata de participações, sendo o BPN SA detido pelo BPN SGPS e este veio a ser adquirido pela SLN-SGPS".

Desde que o BPN foi nacionalizado, o Estado já teve de injectar cerca de 4,7 mil milhões de euros para cobrir o "buraco financeiro" deixado naquele banco por Oliveira e Costa e restantes arguidos.

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