Arguidos remetem-se ao silêncio e julgamento é adiado

A primeira sessão do julgamento do caso BPN serviu hoje para a identificação dos arguidos, entre os quais o ex-presidente do banco Oliveira e Costa, que manifestaram a intenção de, para já, se remeterem ao silêncio.

O juiz presidente Luís Ribeiro explicou que a sessão de hoje serviu apenas para a identificação dos arguidos, que dispensaram a leitura da pronúncia, tendo marcado a continuação do julgamento para 19 e 20 de Janeiro.

Oliveira e Costa chegou pelas 09:20 ao Campus da Justiça para começar a ser julgado pelos crimes de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, infidelidade, fraude fiscal qualificada e aquisição ilícita de ações.

Juntamente com o ex-presidente do BPN serão também julgadas outras 14 pessoas e a empresa Labicer por crimes diversos, que vão desde abuso de confiança a burla qualificada, passando por fraude fiscal e falsificação de documentos, entre outros ilícitos.

Além do antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do Governo PSD de Cavaco Silva, são arguidos neste processo José Vaz Mascarenhas, Luís Caprichoso, Francisco Sanches, Leonel Mateus, Luís Reis Almeida, Isabel Cardoso, Telmo Belino Reis, José Monteverde, Ricardo Oliveira, Luís Ferreira Alves, Filipe Baião do Nascimento, António Martins Franco, Rui Guimarães Dias Costa, Hernâni Ferreira e a empresa Labicer - Laboratório Industrial Cerâmico.

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