Carta de gestor do OPART revela desacordo com tutela

Rui Catarino, vogal do conselho de administração do OPART, apresentou ontem, quinta-feira, carta de renúncia ao cargo.

Utilização de argumentos financeiros falaciosos, contradições e divergências nas orientações recebidas do Ministério da Cultura, preponderância de uma visão de curto prazo na gestão artística. São estas as razões apontadas por Rui Catarino, vogal do conselho de administração do OPART, para a apresentação da sua carta de renúncia ao cargo, ontem à tarde enviada ao ministério, véspera da ida da ministra ao Parlamento para explicar a integração dos teatros nacionais no OPART.

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