Para descobrir a animação dos estúdios Laika

Kubo e as duas cordas, Travis Knight

Apesar do ruído promocional que acompanha os seus lançamentos, é bom que nos habituemos à ideia de que os produtos da Disney e da Pixar (entre os quais se incluem algumas insubstituíveis maravilhas) estão longe de esgotar o panorama actual dos desenhos animados.

Com a estreia de Kubo e as Duas Cordas, reencontramos o sofisticado labor de um estúdio relativamente marginal, Laika, especializado nas técnicas de "stop-motion" (com figurinhas animadas), de que já conhecíamos, por exemplo, Coraline (2009) e ParaNorman (2012).

O novo filme marca a estreia na realização de Travis Knight (que trabalhara como animador nos títulos citados) e conta uma história de ambiência nipónica em que o herói de nome Kubo - uma criança especialmente dotada na fabricação de personagens de papel através das técnicas ancestrais do "origami" - entra num mundo de magia em que se vai decidir a lógica e os valores da sua inserção familiar.

Estamos perante uma genuína fábula à moda antiga, especialmente bem servida pela música de Dario Marianelli.

Classificação: *** Bom

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