O rio de Ryan Gosling está longe de ser uma causa perdida

O DN já viu o novo filme maldito americano, Lost River. Mas a censura à realização de Ryan Gosling ia sendo de outra ordem...

Cair em desgraça em Cannes pode ser terrível. Ser escolhido para o Festival de Cannes é, à partida, o melhor sonho que um cineasta pode ter. Mas às vezes, pode ser também um presente envenenado. Que o diga Vincent Gallo com o seu incompreendido Brown Bunny, que depois de passar em competição em 2003 tornou-se filme maldito. Agora a Warner, estúdio norte--americano detentor do filme de estreia de Ryan Gosling como realizador, Lost River, também se assustou com a reação no Festival de Cannes. De súbito, Lost River é mais um filme maldito depois de The Interview - Uma Entrevista de Loucos, de Evan Goldberg e Seth Rogen, que se estreou no dia de Natal nos Estados Unidos, após avanços e recuos da Sony face a toda a polémica gerada, incluindo as ameaças da Coreia do Norte.

Maldito no sentido da própria Warner ter medo de o mostrar. Não por receio de ataques informáticos ou de falta de segurança nas salas, mas por cheirar a iminente flop após alguma imprensa internacional ter feito gato sapato do filme depois da primeira exibição no Un Certain Regard, em Cannes.

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