José Cid volta a dividir-se entre Vénus e Marte em Lisboa e no Porto

10 000 Anos depois entre Vénus e Marte é um objeto de culto dos colecionadores de rock progressivo, mas nunca foi tocado na íntegra. Hoje e amanhã o músico regressa ao álbum

"Ele está maluco." "Isto é só droga." "O disco não vai vender, é impublicável." Estas foram algumas das respostas que José Cid ouviu há mais de 30 anos, quando avançou com 10 000 Anos depois entre Vénus e Marte (1978), álbum de rock progressivo que se tornou um marco da sua carreira, com rasgados elogios da imprensa internacional, como a revista norte-americana Billboard ou o site Sputnikmusic. Hoje, o músico interpretará pela primeira vez na íntegra o álbum, na Aula Magna, em Lisboa, e amanhã na Alfândega do Porto.

Desde 2011 que existe no Facebook um grupo denominado "Queremos ver o José Cid a tocar o 10 000 Anos na íntegra". A "pressão" popular foi tanta, que o músico acedeu ao pedido. "Tenho andado a ver se evitava tocar o álbum todo do princípio ao fim. Mas depois de a Billboard o ter nomeado como um dos melhores do mundo as coisas dispararam na internet. Aí comecei a pensar que se tivesse um concerto estruturado e concretamente posto em palco, em Portugal, poderei, depois, dar o salto para fora com este álbum. Porque a minha ideia é atuar lá fora com este disco, que é mítico cá e no estrangeiro", conta ao DN.

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