Feira de Lisboa dividida entre livros e bolos

A 84.ª Feira do Livro de Lisboa abriu segundo o figurino: stands a funcionar, leitores, editores e personalidades no cortar da fita. Mas a grande novidade é mesmo a área de restauração, muito ampliada e com uma oferta quase tão grande como a editorial. Há broas boas e baratas ao lado do stand do pavilhão anti-crise, com livros a 5 euros.

Entre as entidades presentes na inauguração da Feira do Livro estava o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, que no seu discurso valorizou a importância da leitura e o apoio da Câmara Municipal de Lisboa ao evento. Referia-se sem querer ao homem do momento, António Costa, que foi - na verdadeira acepção da palavra - encostado à parede pela comunicação social e obrigado a fazer o ponto do seu repto a Seguro antes de poder continuar a visita. Só então, desceu uns metros e foi beijar Pilar del Río e ver as novas capas das obras de José Saramago.

Entre os leitores que aproveitaram as primeiras horas estava Sara, engenheira de 25 anos, que escolheu este dia inaugural para comprar um livro de ficção científica de Isaac Asimov e um ensaio de etnografia. Mas não queria ficar por aí, seguiam-se os alfarrabistas onde queria procurar obras do seu interesse antes de desaparecerem no próximo fim de semana. Na sua opinião, a Feira estava melhor, com muitas pessoas já e com stands de editoras que não costumam marcar presença.

Também não eram poucos os escritores que desde a primeira hora já davam autógrafos. Entre eles, uma autora de um livro que ensina a confeccionar cupcakes e que oferecia bolos a quem adquirisse o livro. Ou seja, a oferta editorial e alimentar em comunhão nesta edição da Feira do Livro de Lisboa.

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