Jack, o Estripador podia ter sido uma mulher

O mais recente livro sobre a figura de Jack, o Estripador sugere que o criminoso podia ter sido do sexo feminino.

De acordo com o livro 'Jack the Ripper - the hand of a woman' (Jack, o Estripador - a mão de uma mulher), a mulher de um médico ginecologista chamado John Williams podia ser a pessoa que melhor se encaixa no perfil de um dos mais célebres assassinos da história.

Depois da autoria dos crimes de 1888, em Londres, ter sido atribuída a pessoas tão diferentes como um membro da família real, o pintor Walter Sickert, o médico William Gull e um sem número de anónimos, John Morris defende que o criminoso seria uma mulher. Porquê? Porque existem indícios que usava saias e nunca houve sinais de ter agredido sexualmente as suas vítimas.

O que sobressai nos crimes é uma espécie de desejo de vingança sobre as mulheres, o que melhor se encaixa na atuação de uma outra mulher, sustenta John Morris, que apresenta uma série de evidências nesse sentido, reunidas por ele e seu pai, também um interessado pelo tema.

Morris apresenta um rosto e um nome para o criminoso(a): Elisabeth Williams, mulher do médico John Williams, que manteve uma relação com uma das vítimas, Jean Kelly. Morris nota que no local onde Kelly foi encontrada morta estavam um chapéu de mulher, uma saia e uma capa feminina que não pertenciam à vítima.

Para Morris, foi sempre dado como adquirido que o criminoso seria um homem, passando em claro que as vítimas não foram abusadas sexualmente, que a três delas foi retirado o útero e, para sustentar a sua tese, que Elisabeth não podia ter filhos.

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