Em dois meses o centro Arquipélago teve 826 visitantes

Já houve excursões organizadas de Lisboa para ver "apenas" o edifício, projeto finalista do prémio Mies Van der Rohe.

No dia em que a primeira low cost aterrou nos Açores, no aeroporto de São Miguel, abriu ao público o Arquipélago Centro de Artes contemporâneas, na Ribeira Grande. Quando, a 29 de março, abriu as portas, mostrou-se o enorme edifício, fruto da recuperação de uma antiga fábrica de álcool e tabaco (em tempos diferentes). Um edifício de arquitetura industrial do século XIX, que os arquitetos João Mendes Ribeiro e a dupla Menos é Mais (Cristina Guedes e Francisco Vieira de Campos) voltaram a pensar e transformaram num espaço para fruir a cultura.

No primeiro mês e meio, aberto seis dias por semana, com os portões franqueados gratuitamente o espaço recebeu 826 visitantes. Escolas, turistas e grupos organizados que viajaram de propósito do continente para ver o edifício. De facto, nestes meses iniciais foi o que houve para ver. E não é pouco. O projeto foi finalista do prémio Mies Van der Rohe de arquitetura, e quando foi anunciada a sua inclusão nos finalistas, uma onda de curiosidade em torno do edifício agigantou-se.

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