Vendas das obras de Miró nas mão da justiça

Após intervenção da Procuradoria-Geral da República, caso seguiu para o Tribunal Administrativo de Lisboa. O leilão está marcado para hoje, às 19.00, na Christie"s em Londres.

O leilão das 85 obras de Miró detidas pelo Estado português está previsto para hoje a amanhã, mas poderá ser cancelado a qualquer momento uma vez que a Procuradoria-Geral da República (PGR) deu, ontem, seguimento ao pedido feito por um grupo de deputados socialistas de suspender a venda, através de uma providência cautelar enviada ao Tribunal Administrativo de Lisboa. Depois de, no último mês, se terem multiplicado as críticas à alienação deste património, os deputados Gabriela Canavilhas, Inês de Medeiros, José Magalhães, Pedro Delgado Alves e Vitalino Canas entregaram na passada quinta-feira uma providência cautelar para "evitar a venda lesiva para o Estado". Agora, e segundo o comunicado da PGR, "o Ministério Público, após ponderar a exposição apresentada por um grupo de deputados (...), decidiu dar entrada a uma providência cautelar com vista à suspensão da venda do acervo de obras de Miró".

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