Pavilhão de Angola conquista Leão de Ouro

O Pavilhão de Angola conquistou hoje o Leão de Ouro da Bienal de Arte de Veneza 2013 para a representação nacional, anunciou a organização do certame numa cerimónia de entrega dos prémios realizada nos Giardini, em Veneza, Itália.

O prémio foi anunciado pelo presidente do comité da Bienal de Arte de Veneza, Paolo Baratta.

O júri internacional foi presidido pela britânica Jessica Morgan, curadora da Tate Gallery de Londres, e ainda composto pelos curadores Sofía Hernández Chong Cuy (Mexico), Francesco Manacorda (Itália), Bisi Silva (Nigeria) e Ali Subotnick (Estados Unidos).

O Leão de Ouro para o melhor artista da 55.ª edição da Exposição Internacional de Arte de Veneza foi atribuído a Tino Sehgal (Reino Unido) e o Leão de Prata para um jovem artista promissor foi entregue a Camille Henrot (França).

O júri atribuiu ainda menções honrosas aos pavilhões de Chipre, Lituânia e Japão, e aos artistas da exposição Sharon Hayes (USA) e Roberto Cuoghi (Itália).

Na Bienal de Arte de Veneza competiam 88 representações nacionais, entre elas Portugal, com o cacilheiro de Joana Vasconcelos "Trafaria Praia", Brasil e Angola, país vencedor, que se estreia neste certame internacional de arte contemporânea.

O evento internacional de arte contemporânea tem como tema geral "O Palácio Enciclopédico", escolhido pelo curador Massimiliano Gioni, para evocar o artista ítalo-americano Marino Auriti, que, em 1955, esboçou um projeto de museu imaginário, com a intenção de reunir todo o conhecimento do mundo, desde a invenção da roda ao satélite.

Além das representações nacionais, a Bienal integra ainda a mostra internacional com obras de 150 artistas de 37 países, e uma programação paralela de dezenas de debates e eventos culturais, até 24 de novembro.

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