A "paisagem artificial" de Sou Fujimoto

O japonês explicou o seu trabalho, ontem à noite, no CCB, em Lisboa. A exposição "Futurospective" fica ali até 17 de novembro.

Foi em português com um sotaque muito engraçado que o arquiteto japonês Sou Fujimoto iniciou a sua conferência, ontem à noite, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, dizendo: "Boa noite, muito obrigado por terem vindo". Mas foi já em inglês que prosseguiu, contando como nestes últimos três dias, em que esteve a montar no CCB a exposição "Futurospective", apreciou "a boa comida, o bom tempo e os bons vinhos" de Portugal. A audiência riu. E a partir daí falou-se de arquitetura.

Sou Fujimoto começou por mostrar imagens do jardim da sua casa, em Hokkaido, e depois de uma rua da cidade de Tóquio, para onde se mudou na juventude. "Tóquio é uma cidade super-artificial, quase não se veem sinais da natureza. No entanto, senti-me estranhamente confortável ali", explicou. Sou Fujimoto percebeu que apesar das diferenças entre os dois ambientes, "a impressão física causada por estes dois espaços era muito semelhante". " Perceber isto foi muito importante para mim. Este foi o princípio do meu pensamento arquitetónico."

Leia mais pormenores no e-paper do DN.

Mais Notícias

Outras Notícias GMG