Amazon planeia abrir centenas de livrarias

O gigante da venda online de livros (e outros bens) planeia abrir até 400 livrarias em centros comerciais.

Com a sua plataforma de comércio online tornaram dispensáveis a compra de livros em lojas, mas agora pretendem abrir lojas de pedra e cal, segundo a informação foi avançada pelo Wall Street Journal. O jornal norte-americano citava o CEO de um centro comercial ao Dow Jones, num encontro entre analistas que aconteceu na terça-feira, dia 2.

"Temos a Amazon a abrir livrarias físicas e o seu objetivo é inaugurar, segundo entendo, entre 300 e 400, disse Sandeep Mathrani, em nome da General Growth Properties.

Ficou por saber a origem dos números avançados por Mathrani. Poderá decorrer de conversas com executivos do ramo imobiliário.

Em Novembro, a Amazon abriu a primeira loja em Seattle, cidade de onde é originária a empresa, e descreveu-a como uma extensão física da Amazon.com. A Amazon Books seleciona o que vender com base nas escolhas dos clientes online. E os preços serão os mesmos, prometeu a companhia na altura. Além de livros, também vende o Kindle, o equipamento para ler livros online.

"Aplicámos 20 anos de experiência de venda de livros online para criar uma loja que integra as vantagens da compra offline e da compra online", disse a vice-presidente da Amazon Books, Jennifer Cast, na inauguração.

Ontem, segundo o site da CNBC, a empresa liderada por Jeff Bezos recusou comentar a notícia.

Na quinta-feira, dia 28, foram apresentados os resultados do quarto trimestre e, face aos resultados abaixo do esperado pelos investidores, o valor da empresa em bolsa caiu. Jeff Bezos perdeu 6 mil milhões nesse dia.

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