A tragédia que expõe a pulsão erótica do poder

Estreia hoje no Teatro Nacional de São Carlos o "Macbeth" de Giuseppe Verdi, na encenação (regressada) da italiana Elena Barbalich e com Ángel Ódena e Elisabete Matos nos principais papéis.

Vimo-la pela última vez há oito anos, nesta mesma encenação de Elena Barbalich, mas com Dimitra Theodossiou no papel agora incarnado por Elisabete Matos. Macbeth, um dramma lirico em quatro atos, foi o primeiro Shakespeare que Verdi, toda a vida um apaixonado do dramaturgo inglês, transpôs para o palco lírico e estreou em março de 1847, em Florença, aparecendo no São Carlos escassos 22 meses depois. A versão da ópera hoje consagrada é a resultante da revisão de 1865.

"Macbeth representa um corte na tradição operática italiana", diz Barbalich - "pois nunca tal temática havia sido tratada, nem ópera alguma havia tido por protagonistas dois loucos sanguinários".

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