
Tempos que marcam


Tempos que marcam
Eugénio Campos. Quando o "convívio" é como uma jóia rara e preciosa na vida de todos.
Tempos que marcam
Gonçalo Rebelo de Almeida: "Precisamos de confiança para voltar a ter o máximo de normalidade"
O hoteleiro considera que a crise pandémica trouxe inicialmente "um clima de medo e pânico" ao setor mas que agora chegou o momento de ter confiança e aprender a viver com a pandemia. Para Gonçalo Rebelo de Almeida o período de confinamento "foi duro" porque o impossibilitou não só de viajar mas também o contacto direto com os clientes, duas das coisas que mais gosta de fazer. A memória que destaca desta época é a da "fragilidade de todos nós nesta passagem pelo mundo".

Tempos que marcam
Sérgio Leal: "Não vou esquecer o silêncio na frequência" quando era quase o único no céu

COVID-19
Guilherme Duarte: "O que vai ficar é a ingenuidade de pensarmos que isto ia mudar alguma coisa"

Tempos que marcam
Miguel Salema Garção: "Nenhuma pessoa, nenhuma marca será a mesma depois desta pandemia"
COVID-19
Edson Athaíde: Os trabalhos jornalísticos foram "âncoras de realidade muito importantes"
O CEO e Diretor Criativo da FCB Lisboa considera que a nível profissional um dos fatores positivos da pandemia de Covid-19 foi a descoberta de que o teletrabalho "funciona e é algo válido" para as empresas. Edson Athaíde confessa que apesar de gostar de estar em casa ao fim de três meses, o facto de não poder sair começou a "doer um bocadinho". Uma memória que o publicitário irá recordar deste período é a festa de aniversário mais animada da última década, em que celebrou "em cinco países ao mesmo tempo". O criativo frisa também que uma das coisas que mais o marcou na paisagem mediática foram os trabalhos jornalísticos que lhe forneceram "âncoras de realidade" nesta crise pandémica.
Tempos que marcam
David Azevedo Lopes: "As nossas vidas continuam em suspenso"
O presidente da AEON Japão considera a solidão em que os mais velhos têm vivido e a impossibilidade de despedida dos que sucumbem à doença, que uma das partes mais difícil de aceitar da pandemia de Covid-19. David Azevedo Lopes iniciou funções numa empresa japonesa antes do período do confinamento e profissionalmente tem vivido este período com "a enorme frustração" de não se poder mudar para o outro lado do mundo. No futuro, o gestor considera que teremos que aprender a viver com o Covid-19 e destaca que o vírus não deve justificar o aprofundar de desigualdades nem pôr em causa o primado da democracia.

Tempos que marcam
Luís Alves. A resiliência que marca os tempos de pandemia de um agricultor

Tempos que marcam
João Miranda. A agilidade do setor Agroalimentar que ficará na memória
