Filipe Froes

Filipe Froes

Esclarecimento e agradecimento

Na última crónica de Joana Amaral Dias no Diário de Notícias de 29-08-2021 e intitulada "Médicos & Monstros" são feitos, entre outros, vários comentários que considero injuriosos, difamatórios e caluniosos no que toca à minha pretensa relação com a indústria farmacêutica, à minha pretensa ausência de imparcialidade ao comentar medidas e intervenções no âmbito da pandemia, nomeadamente o sucesso e a adesão à vacinação, bem como a uma capacidade que desconhecia ter para condicionar a resposta a nível nacional e europeu contra a pandemia. Estes comentários infundados e ofensivos resultam de um montante de 385 mil euros que é público e está registado em meu nome, desde 2013, na Plataforma da Transparência para os médicos, no site do Infarmed.

Opinião

Repitam connosco: "O nacionalismo vacinal não ajuda ninguém a não ser o vírus"

A 20 de Março de 1925, na Westminster Abbey, em Londres, o padre Frederick Lewis Donaldson criou um código moral que vedava certos pecados sociais, incluindo ciência sem humanidade e política sem princípios. Disponíveis que estão algumas das muitas vacinas em desenvolvimento contra a covid-19, é difícil não lembrar o código moral de Donaldson. É que os líderes mundiais têm a clara possibilidade (em sede de investimento, aquisição e distribuição das mesmas) de não defender meramente a sua nação e de optar por uma abordagem assente em princípios de solidariedade, cooperação e assistência a nível mundial.