espetáculo

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Paulo Bragança

"Quero ser eu e a música em palco. É preciso deixar de ver concertos pelo telemóvel"

Sexta-feira. Dia 25 de outubro, 21 horas. 22 anos depois, o momento repete-se. Paulo Bragança volta a pisar o palco do Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Um espetáculo que marca "o fim de um ciclo e o início de outro" e que preparou sem distrações, porque quer que seja um regresso à "essência".

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João Gobern

O IVA contra a gripe

Com mais convicção ou maior resignação, fomo-nos habituando ao jargão que nos impôs termos como "empreendedorismo" ou, menos mal, "iniciativa". Não há, que eu conheça, tecnocrata que lhes resista, independentemente do quadrante político em que enfileire. Bem vistas as coisas, são palavras que enchem a boca e que, ditas sem mais, ainda impressionam e acabam por soar como bandeiras de suporte para outra, a da "modernização". Para algo completamente diferente, também nos foi entrando pelo catálogo das ideias incontestáveis, pela mão de cientistas, espontâneos ou "partes" comercialmente interessadas, a caracterização de Portugal (fora os outros) de um país que contacta pouco com a natureza, que não se apega ao ar livre, que assume rotinas sedentárias, sem espaço para a surpresa e para as alternativas. Tudo jóia.