ensino de medicina

Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica, e o António Medina Almeida, diretor do curso de

Universidade Católica.

"Queremos criar médicos que se liguem aos doentes"

É um projeto de há muito tempo, quase desde a fundação, e já lá vão mais de 50 anos, mas só depois de 2016 foi possível alinhar tudo e todos, até internamente, para avançar. E, ao fim de quatro anos, depois de um chumbo amargo, em 2019, a Universidade Católica vê o seu curso de Medicina ser aprovado pela Agência de Avaliação e de Acreditação do Ensino Superior. O sim trouxe a polémica para o seio da classe, mas para a instituição trouxe o sabor a "justiça". "É um projeto transformador." À conversa com o DN, a reitora, Isabel Capeloa Gil, e o diretor do curso, António Medina Almeida, falam dos bastidores do projeto e do futuro.

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Vida e Futuro

Formar médicos no privado? Nem a Católica passa no exame

Abertura de um novo curso de Medicina numa instituição superior privada volta a ser chumbada, mantendo o ensino restrito a sete universidades públicas que neste ano abriram 1441 vagas. O país está a formar médicos suficientes ou o número tem de aumentar? Ordem diz que não há falta de médicos, governo sustenta que "há necessidade de formação de um maior número" de profissionais.