Ciência

Miguel Castanho

"Uma vacina que não seja segura nem deve ser contemplada"

No Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, Miguel Castanho dirige o Laboratório de Bioquímica de Desenvolvimento de Fármacos e Alvos Terapêuticos, onde estuda moléculas capazes de inativar o SARS-CoV-2. Ao DN fala das incógnitas que persistem sobre a covid-19, da preocupação que lhe inspiram vacinas feitas à pressa e de como isso pode vir a impulsionar os movimentos antivacinação.