
1864


1864
Da comédia à tragédia, Marte e marcianos no cinema
1864
Homens e mulheres: descubra as diferenças (sim, há algumas)
Crescemos a ouvir dizer que somos todos iguais, mas não somos. Tal como não somos melhores nem piores do que ninguém, razão por que as diferenças de género não servem de desculpa para discriminar com base em preconceitos. Sexo forte (ou fraco) é coisa que não existe. Apenas pessoas mais ou menos esclarecidas. Texto de Ana Pago A princípio, Filipe Simão e Sofia Domingues pensaram que com empenho redobrado talvez pudessem tornar-se mais iguais, mas não foi o caso. O informático continuou introvertido, desarrumado, fechado na concha. A consultora de comunicação organizada, conversadora, emotiva. Os meses passavam e eles apaixonavam-se [...]

Ricardo Simões Ferreira
Uma lição de psicologia marciana
Catarina Pires
Março: o mês em que deixei de ser só Catarina

1864
Marte: o deus sedutor, da guerra e do mês de março.
DN Life
Dos Celtas à Ìndia: por que é março o mês da renovação
Já foi o primeiro mês do ano e deve o nome a Marte, deus romano da guerra, porque era quando a primavera chegava que os romanos reiniciavam as suas campanhas militares (tradição que não se perdeu completamente). Mas, mais do que isso, março é mês de equilíbrio, florescimento e recomeço.
1864
Do Rio Kwai a Apocalypse Now: a queda do cinema para as pontes
De David Lean a Woody Allen, as pontes cinematográficas são mais do que objetos cenográficos: através delas sentimos e pressentimos os sobressaltos das histórias que os cineastas nos contam.

Porto
As "alminhas da ponte" não deixam esquecer a tragédia da Ponte das Barcas

1864
Edgar Cardoso. O portuense que fez mais de 500 pontes em todo o mundo

António Costa Pinto
"A geringonça foi a ponte que faltava fazer na política nacional"
João Céu e Silva
O mundo seria maior sem pontes
Falar de pontes pode parecer um debate estéril, mas sem elas o mundo seria maior e hoje em dia queremos tudo à distância de um dedo. O que diriam os milhares de pessoas que vão passar o fim de semana ao Algarve se não tivessem a Ponte 25 de Abril para os pôr em casa em poucos minutos e fossem obrigados a ir até Cacilhas e atravessar o rio num ferry, com filas pelo meio ou ir por Vila Franca de Xira e fazer o único bocado de autoestrada que então existia em Portugal?
Rui Frias
4 de março de 2001

De Angola a Portugal. As memórias de quem usou a ponte área de 1975
De Angola a Portugal. As memórias de quem usou a ponte área de 1975

Carnaval
Já viu quantas pontes tem este ano o calendário?
1864
A invenção dos rostos: as máscaras no cinema
Vindas do teatro, as máscaras instalaram-se no cinema como instrumentos como Jim Carrey, mascaramos os rostos, reinventando-os.
Filipe Gil
Máscaras de beleza
Só muito tarde, já no final da adolescência, comecei a perceber que as mulheres usavam maquilhagem para lá do mero bâton. Sim, é parvo, mas a pura das verdades.
Opinião
Feminista e antimonopolista, duas boas máscaras para este entrudo

1864
As máscaras que passaram a ser símbolo de protestos

1864
As máscaras que a natureza inventa
Comportamento
Que máscaras são estas que todos usamos?
A ideia de que o mundo é um palco (ou uma espécie de Carnaval) é verdadeira. Representamos diariamente em casa, no trabalho, com amigos, a cada contexto. E assim nos relacionamos com outras pessoas que fazem outro tanto, gerindo as suas próprias personagens e representações. Máscaras servem para orientar expectativas e impressões. Para nos sentirmos melhor connosco. Daí todos sermos tantos-em-um, com o que isso tem de mau e bom.

1864
Epidemias no grande ecrã: o cinema da nossa vulnerabilidade

Epidemias
Ébola: porque tememos tanto este vírus?

1864
Gripe Espanhola: a mãe de todas as epidemias faz 102 anos
Ricardo Santos
É a epidemia, estúpido!
A primeira vez que estive em Xangai cheguei a uma quinta e saí num sábado. Se calhar não vi nem 2% da cidade, mas passei várias vezes num cruzamento ali para os lados do Bund, a zona junto ao rio Huangpu. É, provavelmente, a área mais turística da cidade, com os seus arranha-céus iluminados, a marginal e milhares de pessoas a circular.
1864
"Gripado"
Era o tempo dos liceus e dos contínuos - não havia cá escolas secundárias nem auxiliares educativos -, e o senhor Simão, a quem todos chamavam o Gripado, era figura central daquele nosso pequeno grande mundo, em que tudo assumia proporções imensas e definitivas. Mesmo tudo: as injustiças e a vontade de as mudar; as músicas rebeldes "que vinham de fora" e que o núcleo de rádio passava em afronta ao reitor, que se fazia de surdo para manter a autoridade; os panfletos clandestinos de impressão mal-amanhada que em gestos secretos, e crendo salvar o mundo, trocávamos febrilmente atrás do pavilhão, e as amizades intensas, os segredos, as gargalhadas e as lágrimas, os primeiros amores e os primeiros beijos. Um mundo inteiro a girar no nosso pequeno mundo, que para nós era único, e para sempre o seria.
João Céu e Silva
As epidemias preguiçosas da modernidade

1864
Rápidas e letais. As epidemias que deixaram marca na história

Vírus de Wuhan
Coronavírus. A nova epidemia que veio da China
1864
Os maus casamentos no prato: os alimentos que não combinam
Empiricamente, algumas das não harmonias à mesa já trataram de evitar repetição e normalmente o fundamento está na digestão difícil que as pequenas transgressões podem provocar. Um ensaio de Fernando Melo. Está quase a fazer trinta anos desde que recebi um dos mais insólitos faxes - lembram-se do fax, com certeza... - daminha vida. Era um convite da Mercian Corporation para uma prova de vinhos. Vi como algo normal até reparar que a mensagem vinha de Quioto, no Japão! Contactei telefonicamente o remetente para lhe explicar que por imperativos logísticos óbvios de distância e tempo não seria possível estar presente na tal prova, com [...]
Filipe Gil
A primeira separação
Carla Bernardino
O corte e a faca

30 anos antes do Brexit
A separação ibérica idealizada por José Saramago
Reino Unido
O cinismo de Sir Humphrey não explica o Brexit, mas tem piada
O Reino Unido sai da União Europeia depois de ter estado lá dentro meio século. Se o objetivo secreto era dividir para reinar, como a série Sim, Senhor Ministro especulava num episódio de 1981, então os britânicos nunca deixariam de ser membros. É que a realidade pode ultrapassar até a melhor das ficções da BBC.
4 países, uma nação
Um Reino Unido pelas diferenças
Costuma dizer-se que os britânicos nunca se sentiram verdadeiramente europeus. Aliás, muitos cidadãos do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte - a designação oficial - não se sentem sequer britânicos, dadas as características especiais de cada país que o compõem. Ao mesmo tempo, há algo que todos partilham e que ajuda a defini-los.
Rui Frias
Vais embora mamã, não me deixes aquI
