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Outras tantas histórias de arcas de Noé que mimetizam o mundo

Cinco zoológicos.

Outras tantas histórias de arcas de Noé que mimetizam o mundo

Pequim, San Diego, Berlim, Barcelona e Sydney, cidades que inscrevem episódios na história com mais de um século dos grandes jardins zoológicos mundiais. Herdeiros das antigas ménageries, coleções privadas de animais em cativeiro, os zoos mimetizam as sociedades e épocas. De espaços para mostra de animais exóticos, passando a centros de recuperação de espécies em risco de extinção, à discussão da sua utilidade futura. De permeio, os parques zoológicos contam-nos narrativas, tão grandes como as de sobrevivência a guerras mundiais, tão intimistas como as dos laços que unem tratadores e crias em luta pela sobrevivência.

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Jardim Zoológico de Lisboa

Jardim Zoológico. Muito mais do que uma coleção de animais

Primeiro zoo da Península Ibérica e um dos mais antigos na Europa, acolhe cerca de 2000 animais de 300 espécies, do imponente elefante-africano às irrequietas suricatas. Além disso, coordena programas internacionais de reprodução e participa em muitos outros projetos, incluindo de reintrodução no habitat natural - papéis importantíssimos do jardim zoológico lisboeta, como revela José Dias Ferreira, curador de mamíferos há já 19 anos.

Entrevista a Trinidad Nogales

"Para romanos, Península Ibérica era terra onde brotava ouro"

Trinidad Nogales fala de como a cultura romana é essencial para entender Portugal e Espanha e da Península Ibérica como fachada Atlântica do império com capital em Roma. A diretora do Museu Nacional de Arte Romana de Mérida fala também do Festival de Teatro Clássico que a sua cidade organiza todos os anos e se inicia a 22 de julho: "A experiência de nos sentarmos num teatro romano como o de Mérida, à noite, e assistirmos à representação de uma obra é como recuarmos 2000 anos."