Internamentos com nova redução em dia com sete mortes

Dados da DGS indicam que há menos 20 internados. Existem, agora, 366 doentes hospitalizados, dos quais 66 estão em unidades de cuidados intensivos. Há a registar mais 749 casos de covid-19.

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que, em 24 horas, Portugal registou 749 novos casos de covid-19, tendo sido reportadas mais sete mortes associadas à infeção por SARS-CoV-2,

Os dados sobre a situação nos hospitais portugueses mostram que há agora 366 internados (menos 20 doentes em relação a quarta-feira), dos quais 66 estão em unidades de cuidados intensivos (menos dois).

Registaram-se mais 626 casos de pessoas que recuperaram da infeção, elevando para 1 020 693 o número total de recuperados.

Lisboa e Vale do Tejo, com 276 novos casos, e o Norte, com 214, são as regiões que continuam a concentrar o maior número diário de infeções.

Foram confirmados mais 121 casos de covid-19 no Centro, 69 no Algarve, 41 no Alentejo, 18 na Madeira e 10 nos Açores.

Das sete mortes reportadas, três ocorreram na região Centro, duas no Norte e as restantes em Lisboa e Vale do Tejo e no Algarve.

No que se refere à idade das vítimas mortais, seis tinham mais de 70 anos e uma tinha entre os 60 e 69 anos.

Com esta atualização, Portugal passa a ter 30 611 casos ativos de covid-19 (mais 116 face ao dia anterior). Desde o início da pandemia, em março de 2020, o país confirmou mais de um milhão de diagnósticos da infeção pelo novo coronavírus (1 069 279) e 17 975 óbitos.

Relatório da DGS indica ainda que há menos 88 contactos em vigilância pelas autoridades de saúde, num total de 27 353.

Estádios de futebol podem ter lotação a 100%

Antes de divulgar o boletim diário sobre a evolução da pandemia, a DGS anunciou o levantamento das restrições nos recintos desportivos.

Uma semana depois do anúncio do primeiro-ministro de quase "libertação total" do país, a autoridade nacional da Saúde publicou novas orientações para recintos desportivos (tanto em ambiente fechado como ao ar livre), abrindo a porta à lotação máxima, algo que estava interdito deste o início da pandemia.

Esta é a frase que (sobretudo) os amantes de futebol, especialmente, queriam ler: "A ocupação dos lugares sentados pode ser em conformidade com a capacidade total licenciada do recinto".

A orientação da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, publicada esta quinta-feira, prevê também a revisão de planos de contingência, colaboração estreita com autoridades de saúde e a entidade licenciadora da lotação quando o recinto "não tenha lugares individuais sentados".

Última fase do desconfinamento. O que muda a partir desta sexta-feira?

É já esta sexta-feira que entra em vigor em Portugal continental a última fase do levantamento das restrições impostas para a controlar a pandemia entra, com a reabertura de bares e discotecas e o fim das limitações de ocupação para lojas e restaurantes.

Na sexta-feira, o território continental passa também a estar em situação de alerta, o nível de resposta a situações de catástrofe mais baixo previsto na Lei de Base da Proteção Civil e que vai vigorar até às 23:59 de 31 de outubro.

Conforme previsto nesta terceira fase do desconfinamento, os estabelecimentos comerciais, restaurantes, cafés e a generalidade do comércio deixam de estar sujeitos a um número máximo de clientes ou de pessoas por grupo, sendo também levantadas as restrições aos seus horários de funcionamento.

Os espaços de diversão noturna, encerrados desde março de 2020 devido à pandemia de covid-19, podem reabrir a partir de sexta-feira, numa altura em que o país está prestes a atingir os 85% dos residentes com a vacinação completa.

O uso de máscara será obrigatório nos transportes públicos, nas Lojas de Cidadão, nas escolas (exceto nos espaços de recreio ao ar livre), nas salas de espetáculos, nos cinemas, nas salas de congressos, nos recintos de eventos, nos serviços de saúde e nas estruturas residenciais para idosos, assim como nos espaços comerciais com área superior a 400 metros quadrados, incluindo centros comerciais.

A partir de sexta-feira, acaba também a recomendação de teletrabalho, sem prejuízo da manutenção do desfasamento de horários, e é eliminada a regra que impunha a testagem em empresas com mais de 150 trabalhadores no mesmo local de trabalho.

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