Idosos "sentem que o projeto também é deles"

Duas instituições da Cáritas Diocesana de Coimbra

Meia centena de idosos utentes do Centro Rainha Santa Isabel e do Lar de Santo António, instituições da Cáritas Diocesana de Coimbra, colabora na evolução do projeto, desde que o Grow Me Up cresceu para lá das quatro paredes do Instituto de Sistemas e Robótica da Universidade Coimbra. "O trabalho do dia-a-dia são sobretudo testes. Só a vinda destes senhores para testar o robô, perceberem o evoluir disto - não deixa de ser um produto tecnológico que lhes causa alguma estranheza -, compreenderem que vão dar a opinião e ajudar a um projeto de investigação, já é algo para eles. Sentem que o projeto também é deles", explica Arménia Boleto, assistente social do Centro Rainha Santa Isabel. "Não se pode fazer este tipo de ciência sem incluir o idoso no ciclo de desenvolvimento. Com eles, aqui ou em casa, testamos serviços como colocar alarmes, agendar eventos, lembrar que têm de tomar a medicação ou fazer chamadas de Skype com os cuidadores. As opiniões são ouvidas e eles sentem-se incluídos", conclui o project manager, Luís Santos.

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