Homicídios. Militar baleado na cabeça já testemunhou

O GNR que ficou ferido gravemente com o tiro na cabeça disparado por Pedro Dias contou aos investigadores a sua verão dos acontecimentos

O DN apurou junto a fontes policiais que estão envolvidas na investigação que o militar ferido gravemente já deu o seu testemunho. Segundo a descrição que fez às autoridades, estava, com o seu camarada a fazer uma patrulha, perto das quatro da manhã, quando detetaram o automóvel com o suspeito, entretanto identificado como Pedro João Ribeiro e Costa de Pinho Dias, estacionado num local ermo. Dirigiram-se ao carro e pediram-lhe a identificação. Com a carta de condução da mão e quando, via rádio, pedia informações sobre o indivíduo ao posto, viu o colega ser atingido com um tiro na cabeça. Sem tempo para reagir, foi obrigado, sob ameaça de arma, a colocar o corpo do militar já morto no porta-bagagem do carro patrulha. Pedro Dias sentou-se ao volante do carro da GNR e levou-o atado, no banco de trás, até um local, a cerca de cinco quilómetros. Aí retirou-o com violência do automóvel, atou-o a uma árvore e executou-o também com um tiro na cabeça. É nesta altura que surgiu em cena o casal num carro. No local errado à hora errada. O suspeito assassino pensava, nesta altura, que o militar estava morto, mas este assistiu a toda a cena. Segundo terá contado aos investigadores, Pedro Dias agiu com grande rapidez e dirigindo-se ao automóvel abriu a porta, deu um tiro a cada um e levou o carro.

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