Chefes das equipas cirúrgicas da Urgência do Santa Maria mantêm-se em funções

Os chefes das equipas cirúrgicas da urgência do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) que tinham pedido demissão do cargo chegaram a acordo com o Conselho de Administração e mantêm-se em funções, anunciou o centro hospitalar.

O Conselho de Administração do CHULN anunciou, em comunicado, que se reuniu esta terça-feira (30) com os chefes das equipas cirúrgicas do Serviço de Urgência Central que se tinham demitido do cargo em 22 de novembro e que a "grande maioria" das questões relacionadas com organização e distribuição de serviço, estão solucionadas.

"Os chefes de equipa entendem ter condições para continuar a exercer os seus cargos", salienta o CHULN.

Segundo o comunicado, "O Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte reuniu-se hoje com os chefes das equipas cirúrgicas do Serviço de Urgência Central, a quem informou que a questão ainda em aberto em relação à carta enviada no dia 10 de Novembro - a abordagem do doente com monotrauma, que até aqui era encaminhada para a área da Cirurgia Geral - está resolvida, passando a ser assegurada já a partir do dia 1 de Dezembro pelo Serviço de Ortopedia."

A administração diz ainda que "perante esta informação, e considerando que as questões levantadas no documento, na sua grande maioria relacionadas com organização e distribuição de serviço, estão solucionadas, os chefes de equipa entendem ter condições para continuar a exercer os seus cargos".

"Sublinhe-se que a somar à reorganização de processos internos, o CHULN tem a decorrer um concurso para entrada permanente de cirurgiões no seu quadro e recrutou nos últimos dias quatro especialistas que vão reforçar as suas equipas de urgência", acrescenta a nota.

"A Urgência Central do Hospital de Santa Maria mantém o seu funcionamento regular, com uma resposta assistencial diferenciada assegurada por várias equipas, que sempre deram nota de um elevado nível de compromisso e profissionalismo. O CHULN reforça que mantém o mesmo empenho no diálogo com os seus profissionais, na procura de soluções consensuais num processo de melhoria constante na resposta aos seus doentes", conclui o comunicado.

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