Saiba como Meryl Streep ajudou a filha a preparar-se para "Good Girls Revolt"

Grace Gummer contou com o apoio da mãe para interpretar uma ativista pela igualdade de género. Meryl Streep, que conheceu a mulher que inspirou a personagem da filha, aconselhou Grace

Depois de interpretar Dominique "Dom" DiPierro, uma agente de FBI na série Mr. Robot, Grace Gummer tem em mãos um novo e importante desafio e nada melhor do que a mãe, Meryl Streep, para a aconselhar neste novo papel em Good Girls Revolt, a nova série da Amazon que se estreou na semana passada.

Baseado no livro escrito por Lynn Povich The Good Girls Revolt: How the Women of Newsweek Sued their Bosses and Changed the Workplace -, a série retrata um caso verídico ocorrido no início dos anos 1970 e que envolveu um grupo de mulheres que processou a publicação Newsweek por discriminação de género.

Naquele período conturbado, a hierarquia da revista norte-americana era clara: os homens eram repórteres, as mulheres faziam as investigações, mas não eram autorizadas a escrever e publicar os artigos em nome próprio. Em vez disso, eram incumbidas de servir cafés aos seus superiores e com alguma sorte podiam sugerir os títulos de alguns textos jornalísticos.

É neste contexto que surge a personagem de Grace Gummer, Nora Ephron, uma jornalista da publicação fictícia News of the Week, que integra o grupo de mulheres prestes a desencadear um autêntico tumulto na luta para serem tratadas de forma justa no seu local de trabalho.

Para a construção da sua personagem, Gummer contou com o apoio da mãe, a veterana atriz Meryl Streep, que conheceu Nora Ephron na vida real. "A minha mãe conhecia-a. Eram próximas. Deu-me algumas dicas sobre Nora e de como era a sua personalidade, mas fui eu que fiz grande parte da pesquisa", disse à revista Instyle.

Uma preparação que Grace não encarou de ânimo leve. "Li muito do seu trabalho e vi muitas das suas entrevistas. Visionei várias vezes um discurso que ela fez na universidade de Wellesley nos anos 90", explicou a atriz, que admite ser "difícil" interpretar uma pessoa "que é tão amada [pelo público]", confidenciou à mesma publicação.

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