Pólipos, hemorragias, dores. A saúde feminina não é só assunto de mulheres

Texto de Sara Dias Oliveira Os estudos indicam que 62% das mulheres portuguesas referem não ter tempo para saber como se podem manter saudáveis e cerca de 90% das decisões sobre os cuidados de saúde familiares são tomadas ou influenciadas por mulheres. Mas tratar da sua própria saúde acaba por não ser uma prioridade. A família e o trabalho passam para primeiro lugar, a saúde acaba por assumir um papel secundário. E não se deve brincar com a saúde feminina. Há doenças do foro ginecológico que podem comprometer a fertilidade e os sintomas não podem ser ignorados. A campanha “Mulheres […]

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